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19/12/2007 Nova relação mostra mais registros na BA e inclusão de PR e ACAs novidades da última atualização da "lista suja" podem indicar uma intensificação das denúncias na região Oeste da Bahia e o reflexo do avanço da fronteira agropecuária nos estados do Acre e do Amazonas Repórter Brasil A última atualização da "lista suja" do trabalho escravo, que agrupa empregadores que exploraram esse tipo de mão-de-obra, traz algumas novidades não só na questão da reincidência e da entrada de grandes empresas, mas também do ponto de vista da distribuição regional de fiscalizações. As novidades da última lista podem indicar, porém, pelo menos dois movimentos: uma intensificação das denúncias - que implicaram na intensificação de operações - na região Oeste da Bahia e o reflexo do avanço da fronteira agropecuária na área do Acre e do Amazonas (que apareceu na renovação anterior a essa última), já que os casos de trabalho escravo estão freqüentemente associados à implantação desse tipo de empreendimento. Atualizações passadas também já mostravam ocorrências em estados da Região Sul, como em Santa Catarina. Agora foi a vez do Paraná. Para entrar na "lista suja", é preciso que os processos administrativos referentes aos empregadores flagrados pelo grupo móvel de fiscalização do trabalho escravo tenham sido concluídos. A exclusão, por sua vez, depende do monitoramento durante um períoso de dois anos subseqüentes à inclusão. Se não houver reincidência durante este período e os pagamentos de todas as multas relacionadas à fiscalização (bem como os débitos trabalhistas e previdenciários) forem quitados, o nome é retirado da "lista suja".
Para entrar na "lista suja", é preciso que os processos administrativos referentes aos empregadores flagrados pelo grupo móvel de fiscalização do trabalho escravo tenham sido concluídos.
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