|
||
Página inicial
Notícias
Boletins Lista Suja O Pacto SignatáriosAssineRastreabilidadeMonitoramento
Código de Conduta
Notas Públicas
Clipping
Documentos
Material de Divulgação
Contato
Inscreva-se e receba por e-mail as notícias do Pacto
|
17/08/2012 Zara Brasil é suspensa de pacto contra escravidãoAção judicial que defende a inconstitucionalidade da "lista suja" motivou suspensão da grife espanhola, envolvida em flagrante de escravidão em 2011 Comitê de Gestão e Monitoramento A grife de roupas Zara está suspensa do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo, iniciativa que reúne empresas comprometidas em atuar contra empreendimentos que exploram a escravidão contemporânea. A suspensão da Zara teve início nesta sexta-feira (17) e está condicionada, segundo o Comitê, "à existência e tramitação do processo e às eventuais decisões judiciais sobre os pedidos constantes da Ação Anulatória". A Justiça do Trabalho já concedeu liminar para que a Zara Brasil Ltda. não seja incluída na "lista suja" do trabalho escravo; o processo da empresa contra a União corre na 3ª Vara do Trabalho de São Paulo (SP). No final de junho de 2011, uma fiscalização coordenada pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de São Paulo (SRTE/SP) encontrou 15 pessoas - incluindo uma adolescente de 14 anos de idade - produzindo peças de vestuário da Zara em condições análogas à escravidão. --------------------------------------------------------------------------- COMUNICADO
São Paulo e Brasília, 16 de agosto de 2012.
A/C Zara Brasil Ltda. Agradecemos o envio da resposta referente à solicitação do Comitê de Coordenação e Monitoramento do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo para esclarecimento do posicionamento da empresa sobre a Ação Anulatória ajuizada perante a Justiça do Trabalho, na qual se alega a inconstitucionalidade do Cadastro de Empregadores Flagrados Explorando Mão de Obra Análoga à de Escravo (Portaria Interministerial nº 2 do MTE/SDH) e da Instrução Normativa de nº 91/2011 do MTE. Em que pese a empresa reafirmar seu interesse em continuar apoiando as ações de melhoria das condições no setor têxtil em São Paulo, assim como o compromisso em combater o trabalho escravo em sua cadeia produtiva (o qual defendemos e consideramos de suma importância), resta claro seu comportamento contraditório ao promover judicialmente o questionamento da constitucionalidade de um dos principais instrumentos de combate ao trabalho escravo no Brasil e do Pacto Nacional, tido inclusive como referência Atenciosamente, COMITÊ DE COORDENAÇÃO E MONITORAMENTO DO PACTO NACIONAL PELA ERRADICAÇÃO DO TRABALHO ESCRAVO Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social Instituto Observatório Social ONG Repórter Brasil Organização Internacional do Trabalho
*Em 12 de maio de 2011, a Portaria MTE 540/2004 foi alterada para a Portaria Interministerial MTE/SDH nº 2/2011. |
COMITÊ DE MONITORAMENTO
|
| expediente | contato | ||